Produtor de São Paulo, solo com baixa saturação por bases e baixo potássio. Resultado? A nutrição da lavoura estava desequilibrada e isso impactava diretamente a produtividade.
Antes de um manejo mais equilibrado, ele colhia 12.000 espigas comerciais por hectare — e aqui vale destacar: estamos falando de espigas aptas para venda, não do total produzido.
Após o ajuste no manejo nutricional, o resultado saltou para 28.500 espigas comerciais por hectare.
E tem mais:
o investimento em adubação, que antes era de R$ 2.650,00/ha, passou para R$ 2.420,00/ha.
Ou seja: mais produtividade comercial e menor custo por hectare.
Isso mostra que não é sobre gastar mais com adubação. É sobre corrigir o solo, equilibrar a nutrição e investir com estratégia.
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