O Boro é um nutriente que pode deixar o milho banguela

O Boro é um nutriente que pode deixar o milho banguela

Um nutriente pode deixar o milho “banguela”, com a espiga toda falhada. O boro é um nutriente importante na formação estrutural da planta, atuando em conjunto com o cálcio e tendo papel fundamental na formação e no desenvolvimento da espiga. No milho, a demanda gira em torno de 20 g de boro por tonelada produzida, o que mostra como pequenas quantidades podem fazer grande diferença. No Brasil, ainda precisamos aprimorar muito o manejo desse nutriente, combinando corretamente aplicações via solo e, quando necessário, complementações foliares. Continue

Redução de custos com fertilizantes nesta área de milho para silagem

Redução de custos com fertilizantes nesta área de milho para silagem

Nem sempre o objetivo é produzir mais. Às vezes, é gastar melhor. Neste caso, um produtor de milho silagem do Paraná, com produtividade próxima de 60 t/ha, conseguiu reduzir em mais de 70% a dose de cloreto de potássio, além de também diminuir a ureia. Tudo isso ajustando o manejo à real necessidade da área. O que não precisa ser aplicado deixa de virar custo e fica no bolso do produtor. #MilhoSilagem #Adubação #FertilidadeDoSolo #Agronomia Powered by WPeMatico

Essa foi a recomendação passada para um pequeno produtor

Essa foi a recomendação passada para um pequeno produtor

Quando a recomendação é “gratuita”, o custo pode aparecer no adubo. Um produtor do Rio Grande do Sul recebeu uma recomendação indicando aplicação de calcário mesmo sem necessidade, além de mais de 725 kg/ha de fertilizantes minerais, para uma expectativa de produção de apenas 60 sc/ha de soja. Quando colocamos os números na ponta do lápis, somente esse manejo representaria cerca de 55% de todo o faturamento bruto da lavoura. É por isso que uma boa recomendação não pode olhar apenas para quanto é possível Continue

Tentaram vender esse calcário para o produtor

Tentaram vender esse calcário para o produtor

Esse produtor comprou calcário calcítico por R$ 2.200 a tonelada. O problema? O solo dele não precisava de correção, muito menos fazer uma reposição de cálcio. A análise já mostrava bons níveis de cálcio, magnésio, saturação por bases e pH. Resultado: dinheiro investido sem necessidade e com pouco potencial de retorno. Antes de aplicar qualquer corretivo, é preciso entender o que o solo realmente precisa. #FertilidadeDoSolo #Calagem #Calcário #Agronomia #NutriçãoDePlantas #ManejoDoSolo #Agricultura Powered by WPeMatico

Área de Tabaco com alta produtividade

Área de Tabaco com alta produtividade

Mais de 20 toneladas de tabaco em apenas 6 hectares. Esse produtor conseguiu aumentar a produtividade em 38% em relação ao ano anterior e alcançar uma lucratividade superior a R$ 230 mil na área. O resultado veio de um trabalho bem feito de fertilidade do solo e nutrição da cultura, identificando exatamente o que a lavoura precisava e direcionando os investimentos para os pontos certos. No final, não é sobre aplicar mais. É sobre entender o que está limitando a produção e tomar decisões melhores. Continue

O procedimento de calcário deve ser definido com Critério técnico

O procedimento de calcário deve ser definido com Critério técnico

Aplicar calcário sem análise de solo não é manejo. É aposta. A calagem precisa ser feita com base em dados, considerando a realidade da área e os objetivos de produção. É a análise de solo que mostra onde estamos, o que precisa ser corrigido e permite acompanhar a evolução da fertilidade ano após ano. Sem dados, o produtor fica preso na tentativa e erro. E aplicar “no olho” pode sair caro: dose errada, produto mal escolhido, reação insuficiente e dinheiro jogado fora. Calcário não faz Continue

A Análise de solo não é apenas números isolados

A Análise de solo não é apenas números isolados

A análise de solo não é o objetivo final. Ela é uma ferramenta para tomar decisões melhores. Mais importante do que observar números isolados é transformar os resultados em uma estratégia de manejo: escolher os produtos mais adequados, definir doses, parcelamentos e épocas de aplicação. A recomendação deve partir da realidade da área, da cultura e da capacidade de investimento do produtor e não apenas dos produtos disponíveis no mercado. Quando bem interpretada, a análise de solo permite um posicionamento mais técnico, eficiente e econômico. Continue

Alumínio no solo e na planta

Alumínio no solo e na planta

O alumínio no solo pode, sim, limitar o desenvolvimento das plantas. Porém, seu impacto depende da concentração presente, da tolerância da cultura e da profundidade em que ele se encontra. Em camadas com menor volume de raízes ou em culturas mais resistentes, por exemplo, o efeito pode ser menos expressivo. Por isso, a interpretação não deve considerar apenas um número isolado. É fundamental analisar o alumínio em conjunto com a saturação por bases, o pH, o cálcio, o magnésio, a profundidade e o sistema radicular Continue